Na adolescência, uma fase marcada por muitas transformações físicas, principalmente pelo crescimento rápido corporal, a pele pode não suportar um intenso estiramento. Em pessoas com predisposição familiar e uma espécie de rasgo acaba sendo originado. São as estrias, que atingem grande parte dos adolescentes de hoje. Isso explica a predileção dessa vilã da beleza nas áreas do corpo mais sujeitas a tração, que são: bumbum, quadril, coxas, seios, barriga, região lombar e atrás dos joelhos.

Resultado da ruptura das fibras de colágeno e elastina nas camadas profundas da pele, as estrias são hoje uma das principais queixas dos adolescentes que procuram as clínicas de estética. Assim que surgem, as estrias são avermelhadas, situadas um pouco acima ou no mesmo nível do restante da pele. Elas  lembram pequenos arranhões e são frequentemente acompanhadas de coceira. Nesse período, o organismo manda bastante sangue para a região afetada na tentativa de reverter o quadro. Se o tratamento não for instituído nessa fase, o processo se perpetua até a formação de uma cicatriz esbranquiçada e funda, quando a cura já não é mais possível.

Com todos os avanços da dermatologia e da tecnologia, é possível anular as estrias recentes e melhorar bastante as mais antigas. Existem vários tipos de tratamentos para estrias, como o Peeling, que é realizado através do lixamento da pele que provoca uma dermoabrasão, e o Laser, um tratamento bem moderno que ajuda na redução das estrias e pode acabar com aquelas mais recentes.

Para diminuir a formação de estrias é recomendado o uso de cremes hidratantes corporais diariamente, esfoliação corporal semanal e a prática de atividades físicas. Uma alimentação rica em fibras e pouca quantidade de gordura e a ingestão de grande quantidade de água também está recomendada. Consultas com médicos especialistas são recomendadas  caso a pessoa esteja sofrendo dificuldades de se livrar desse problema.

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